24 janeiro 2011

Homens que repetem silêncio

Quando a noite toca teu sonífero soneto
Decreta nos olhos peso
E nas declarações por vim, se vão...
Nas tuas mãos uma crença e um apelo


Com honrosa submissão
Aos seus atos não cometidos
Em seu peito
Alem de amor, habita sigilo


Ah, silêncio...
Navio de homens que gritam
Para sereias surdas.



Seus lábios vivem alvoroçados
No desejo incontrolado de dizer
Mas apenas repetem: silêncio.




P.A

Um comentário:

  1. Você foi além nessa composição, da para o leitor sentir o que se passa pela sua mente,
    simplismente sensacional meu caro!

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