01 janeiro 2011

Homens que pecam e vivem por ti


Por traz de um olhar que deseja
A sempre um homem a espreita
São franzinas e rosadas tuas bochechas
E delas surgem líquidos
Dignos de homens que pecam
E no aconchego de tuas nádegas
Navegas comigo
Nas ondas que circundam
O mar da luxuria
Compõe tuas melodias roucas
Não negues, cometendo tamanha injúria
Que seja ríspido, mesmo que ainda afável
Por certo, assim seja provável.
                                                                                               P.A

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