09 janeiro 2011

Amores, dores & clausuras

Na cama
Já não me deito só.
Aflitas são minhas mãos

[Mesmo quando em teus seios repousam]

Encaro a noite
Como quem encara
A dor e a tara

Às vezes > (amor) < às vezes

Depois de horas
Os porcos lambuzados
De volúpia

Vão dormir: [Cada qual com o seu adormecimento].
                

                                                   P.A

Nenhum comentário:

Postar um comentário