01 janeiro 2011

Apesar da escrita

Os sonhos de um homem
Declinam a angustia de seus dias
O escritor a mercê de uma mulher viciosa
Escreve solitário, abomina sua demasia.
Ó escritor porque temes teu destino?
Escreve e descreve suas trêmulas rapinas
Veja o bar e teus vícios
Neles repousam castros perdidos
Neles ressoam a surdez de um poeta
Que lê um livro.


 
P.A

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