Que vivem e passam atadas
Aos olhares do entardecer
Repletas de sabias ignorâncias
Atordoadas no vazio de ser
Rendem a loucura
Dita cuja essência do amor
Vulgo sentimento dos Bêbados
Cantores da rua do pudor
A inquieta mocidade
Foi precoce
Pernoitando em suas lembranças
Os desvarios da juventude
Rapazes, compadres do diabo
Com seus discursos desatinados
No ato de tragar...
Trazem em nossos cansados olhares
Uma recordação.
P.A
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