Homens que pecam e vivem por ti
Por traz de um olhar que deseja
A sempre um homem a espreita
São franzinas e rosadas tuas bochechas
E delas surgem líquidos
Dignos de homens que pecam
E no aconchego de tuas nádegas
Navegas comigo
Nas ondas que circundam
O mar da luxuria
Compõe tuas melodias roucas
Não negues, cometendo tamanha injúria
Que seja ríspido, mesmo que ainda afável
Por certo, assim seja provável.
P.A
poesia sagrada para falar de corações profanos
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