os olhos do boi brilhando
ao ver o mato verde
A mesa, o café
e o dia que passa sem pressa
o suor dos moços
deixado no canavial
as abelhas e seus ferrões suicidas
seus idealismos recheados de mel
porcos sujos comendo lavagem
crianças nuas cobertas de liberdade
sonhos semeados pela enxada
pedras perdidas nas pastagens
rosas, cravos e bananeiras
nascendo logo depois da capinagem
os pássaros cortando o céu
entoando seus cânticos renitentes
o queijo na forma, a broa de saída
a galinha atrevida explorando a varanda
Ah! A vida de beleza a pinta
Quando breve é mesmo bela.
P.A
como sempre, do jeito que voce faz parece até que é fácil... Fugere Urben
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