Martinha
Como uma praga invadindo,
A colheita no verão...
Eu vi a noite perecer,
Nos braços de uma triste aurora,
Logo cedo...
Vi o ababelado carregador
Um garoto acabaçando sem fôlego
Que Ditava o colorido do sol
Botei no punho relógio
Pra não perder o tempo
Em uma outrora qualquer
Cobri o frio, com café.
Curei a ressaca, com mé
Dei um beijo na muie
Ela disse: inté Bené
O martírio foi me ganhado
Sem pudor martirizando
Pois Chegando de tardinha
Fiquei, a saber.
Que Minha amante martinha
No altar ia se render
(Arthuso)
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