Do monte
Vejo Andar pelas ruas de ferro
Com os três pés cansados
Chapéu a vagar no vago
Seu peito aberto no terno fechado
Modernista por acaso
Não de fato, mas de esperança.
Por caminhos a caminhar
Na liberdade da escrita
É maior que o intuído de ser
No entre calar dos seus olhos
É mineiro turvo
Solitário feito o entardecer
Sol brilha
Despertando a neblina
Botina, café... poesia
Homem que vem de traz do monte
Sorriso no contemplar da rima
É feriado em Itabira
(Arthuso)
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