08 agosto 2010

Reencarnação

O paraíso passeava
Sobre os brotos de minhas mãos
A noite fria abria as portas...
Para o menino poeta.

Dominou minhas arestas
Com teu lírico de Adônis
Ademais, em teu olhar...
Inalava uma candeia acesa.
(Arthuso)

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