Cidade das estrelas no chão
Com tamanho engano
Fui rasgando o vento de medo
Botei fumaça no peito
Tornei-me sujeito Niilista
Logo cedo
Fiz minha ultima oração costumeira
Os meus olhos contemplavam
O passear de um novo mundo
Lá fui
Cheio de aromas e Desejos
Imundos pelo minério
Nos espinhos
Pus-me a sambar
Era grande o meu desjeito
Aticei-me a sonhar
Dormindo na quina
De uma estrela decadente.
(Arthuso)
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